O Observatório das Violências Policiais é um site que cumpre duas funções sociais. É um arquivo de notícias e textos selecionados como marcantes e emblemáticos na evolução da conjuntura de direitos humanos, bem como de análises estruturais dessa violência, vinculadas de um lado à impunidade dos crimes cometidos durante a ditadura e de outro à violência institucional cotidiana.
Composto por coletivos políticos, grupos de teatro e sambistas de diversos grupos e escolas de São Paulo, o Cordão da Mentira discute de modo bem humorado e radical, de quem são os interesses que bloqueiam uma real transformação da sociedade brasileira.
A Rede Brasileira de Teatro de Rua criada em março de 2007, em Salvador/BA, é um espaço físico e virtual de organização horizontal, sem hierarquia, democrático e inclusivo. Todos os artistas-trabalhadores e grupos pertencentes a ela podem e devem ser seus articuladores para, assim, ampliar e capilarizar, cada vez mais, suas ações e pensamentos. Sua missão: de lutar por políticas públicas culturais com investimento direto do Estado em todas as instâncias: municípios, Estados e União, para garantir o direito à produção e o acesso aos bens culturais a todos os cidadãos brasileiros.
O Coletivo Merlino luta por justiça e a memória do jornalista Merlino, que começou muito jovem, trabalhando no Jornal da Tarde e na Folha da Tarde, bem como no jornal alternativo de esquerda, Amanhã. Era militante do Partido Operário Comunista (POC) e havia aderido à Quarta Internacional um pouco antes de sua morte, com a idade de 23 anos.
Há 26 anos, em Cascavel (PR), centenas de trabalhadores rurais decidiram fundar um movimento social camponês, autônomo, que lutasse pela terra, pela Reforma Agrária e pelas transformações sociais necessárias para o nosso país. Eram posseiros, atingidos por barragens, migrantes, meeiros, parceiros, pequenos agricultores... Desde a sua fundação, o Movimento Sem Terra se organiza em torno de três objetivos principais: Lutar pela terra; Lutar por Reforma Agrária; Lutar por uma sociedade mais justa e fraterna.
Em maio de 2006, entre os dias 12 e 20 de maio de 2006, pelo menos 564 pessoas foram mortas no estado de São Paulo, segundo levantamento da Universidade de Harvard, a maioria em situações que indicam a participação de policiais. A maior parte dos casos, apontam pesquisadores, fazia parte de uma ação de vingança dos agentes de segurança do Estado contra os chamados ataques da facção Primeiro Comando da Capital (PCC), que se concentraram nos dois primeiros dias do período.
A chacina daquele ano ficou conhecida como Crimes de Maio, a maior do século 21 e talvez a maior da história do país.
O gritante número de assassinatos e o desinteresse da Justiça em punir os responsáveis deu origem ao movimento Mães de Maio, formado principalmente por familiares das vítimas do massacre.
Mais do que justiça para os próprios filhos, as Mães construíram, ao longo dos anos de atuação e luta, um movimento social de combate aos crimes do Estado ocorridos durante o período democrático, e se transformaram em referência para outras famílias preocupadas com a marcha fúnebre que vitima milhares de pessoas todos os anos no Brasil.
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http://maesdemaio.blogspot.com.br/
Organização não-governamental feminista criada em 1981, para defender os direitos das mulheres. A União de Mulheres tem como objetivos: promover a participação das mulheres em defesa de seus direitos, buscando justiça e igualdade sociais e a consolidação da democracia; capacitar profissionais da área da saúde, segurança pública e educação para promover o acesso das mulheres à justiça e aos direitos humanos; oferecer orientação às mulheres em situação de violência e criar condições para que elas possam orientar outras mulheres sob uma perspectiva de gênero, raça, etnia, orientação sexual e relações entre gerações; oferecer oficinas e grupos de vivência; promover ações em parceria com ongs e órgãos governamentais para garantir apoio e ampliação dos serviços e realização de ações conjuntas, formação de redes e formulação de políticas públicas de combate à violência; realizar o projeto das Promotoras Legais Populares, o Centro de Orientação e Formação e incentivo à ampliação do feminismo entre os jovens.
Tentativas.
O adeus ao teatro tradicional.
A busca de outro público, ausente no centro.
A busca de outra cidade, outro espaço econômico, social, cultural.
Mais do que representar, trata-se de construir,
no palco e na sociedade, outro teatro, outra vida.
Tentativas. Sonhos. Realidade?